Reencontrando pessoas do passado: escola

E depois de alguns anos procurando, encontrei no facebook uma professora muito querida.

Ah, que saudade daqueles tempos. Não como as outras pessoas tem saudade. Mas saudade de aprender todo dia algo novo. Da motivação por acordar pela manhã, da intensidade do sentimento de conquista ao final do dia. De saber que no dia seguinte, algo novo e inesperado seria apresentado.

A ansiedade pelo dia seguinte fazendo folhear as páginas seguintes e antecipar os exercícios para aproveitar ao máximo cada minuto da aula.

E depois de alguns anos, a felicidade de passar adiante um pouquinho do que aprendeu para alguém.

Tive o provilégio de ter excelentes professores, tanto em casa quanto na escola.

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Apanhando da tecnologia: ergométrica

Tá, dessa vez foi mais power. Na descrição dos meus amigos não foi bem “apanhar”, mas “brigar” com a bicicleta.

Vamos aos fatos rsmatrix-t7xe-2_1_1

A bicicleta é futurística. Tem de tudo: monitor cardíaco, programas de treino, conexão com iPod+Nike. Bem, a pobre aqui resolveu usar tudo que tinha direito, né?

Peguei meu iPod, conectei na ergométrica. Vesti meu polar com bluetooth. Programei a bike para o treino de cardio, mais conhecido como Fat Burn.

Agora vejam como é o painel da bichinha (ao lado).

Programei para 30 minutos. Frequência cardíaca-alvo: 143. Até aí tudo bem. Começa o treino com um “warm up” (aquecimento). Eu to de boas na bike, FC 136. To achando que to abafando.

Daí começa o treino de verdade e: a maldita aumenta o nível de dificuldade a cada 5 segundos! Só pra vocês entenderem, a bike tem 12 níveis de dificuldade, começando em 1. A cada nível, a bike fica mais pesada. Chegou no 9 e eu morrendo! Eu abaixava para 3, ela subia de novo automaticamente. FC: 140.

Levou uns 2 minutos nessa briga até eu entender que o que ela queria era forçar minha FC em 143. Caramba! Vai ser inteligente assim! Eu dei uma forçadinha, passei dos 143, reduzi o nível para 4 e mantive a FC. Daí foi só sucesso.

O mais legal é que o treino ficou gravado no meu iPod🙂

Apanhando da tecnologia: cafeteira eletrica

Ok. Parece ridículo, mas não é. Eu já tive umas dez cafeteiras diferentes, então sei o funcionamento básico delas. Mas quando cheguei no apartamento em Chicago e olhei a cafeteira a primeira pergunta que me veio à cabeça foi: como faço café nisso?

E olha só como é a cafeteira: 

A primeira coisa que eu pensei foi em procurar o porta filtro, ou qualquer peça que encaixasse ali. Nada. Na minha cabeça, tinha “pecinha faltando”. Mas a teimosia não me deixa desistir. Fui no mercado e, na seção de cafés, lá estava a resposta:
Vivendo e aprendendo.

Livros 2016 #4: Emotional Intelligence 2.0

Livro excelente! Muitas dicas interessantes. Mas o mais interessante (e esse é o pulo do gato) é o teste de inteligência emocional. Para quem trabalha com coaching, ler o livro por completo é interessante porque traz várias ferramentas legais que podem ser usadas no desenvolvimento dos coachees.

Porém, se seu interesse é pessoal, recomendo a compra pois isto te dá o direito de fazer o teste. E esta é a parte legal do livro, pois no resultado do teste ele te indica quais das ferramentas do livro você deve usar primeiro para atingir o máximo de desenvolvimento.

Sobre o estupro

Não, eu não vi o vídeo do estupro coletivo. Mas tenho visto muitas postagens com a hashtag 30ContraTodas. E tenho lido também muitos comentários acerca do assunto. E isto me incomodou profundamente, por vários motivos, mas o principal é que o foco da discussão, em determinado momento, mudou da situação geral de violência para discutir o caso específico da adolescente.

Mas, o que eu percebi é que, no fundo, a discussão toda está encobrindo a causa raiz do problema e muitas pessoas estão com enorme dificuldade de comunicar isto de forma objetiva. Não sei se conseguirei fazer isso ou se, no final, farei o mais do mesmo, mas a minha tentativa com este post é de “dissecar” a discussão e tentar mostrar, em outras palavras, porque o caso é tão repugnante – ou melhor, porque a discussão acerca deste tipo de violência é tão polêmica.

Primeiro, quero começar mostrando algo que sempre acho interessante. Existem 5 posicionamentos nesse assunto, quando vemos posts nas redes sociais:

  1. Os que defendem a vítima
  2. Os que defendem o acusado
  3. Os que acreditam que todo mundo está errado e, portanto, acusam todo mundo
  4. Os que não sabem no que acreditar e, por isso, se calam
  5. Os que tentam justificar a situação mudando o foco da discussão

Não vou buscar frase nenhuma em especial nos inúmeros posts que li, mas vou reproduzir algumas similares, para abrir minha dissertação e tentar dar voz aos que tentam explicar porque defender os acusados é tão ruim.

Primeiro, gostaria de dizer que não assisti ao vídeo do estupro coletivo. E não quero assistir. Até porque, meu foco aqui não é este caso específico, mas a questão cultural por trás envolvida. Então vamos às famosas frases.

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