Receitas: Cheesecake

Base:

  • Bolacha de maizena
  • Manteiga

Massa:

  • 225g Cream Cheese
  • 1 1/2 xícara (chá) de açúcar refinado
  • 3/4 xícara (chá) leite
  • 4 ovos
  • 1 xícara de creme de leite fresco
  • suco de 1 limão
  • 1 colher (sopa) essência de baunilha
  • 1/4 xícara (chá) farinha de trigo

Cobertura (opcional):

  • Geléia
  • Calda de frutas
  • Chocolate

Preparo da base:

Quebre a bolacha de maizena e misture com a manteiga derretida até formar uma massa. Espalhe essa massa na assadeira com lateral removível. Reserve.

Preparo do sour cream:

Bata o creme de leite com o suco de limão até ficar cremoso. Reserve

Preparo da massa:

Misture o cream cheese com o açúcar e bata até ficar cremoso. Misture o leite e adicione os ovos, um por vez, batendo a massa para deixar homogêneo. Adicione o sour cream reservado, a farinha de trigo e a essência. Misture bem até a massa ficar consistente e homogênea.

Despeje a massa sobre a base de bolacha na assadeira.

Asse em forno pré-aquecido a 180º por 1 hora. Desligue o forno e deixe esfriar com a porta do forno fechada. Após esfriar (cerca de 4-5h), leve à geladeira.

Depois de gelado, adicione a cobertura desejada ou sirva ao natural.

 

Receita adaptada de http://allrecipes.com/recipe/8350/chantals-new-york-cheesecake/

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Thanksgiving 2017

É hora de agradecer. 2017 foi um ano cheio de desafios, mas também repleto de alegrias. E como todo ano, nessa época, eu só tenho a agradecer.

E o agradecimento este ano será diferente, porque o cenário que estou vivendo é muito diferente. O ano de 2016 me presenteou com um grande desafio pessoal, o qual não tive o melhor comportamento como resposta e isto me incomodou muito. Incomodou pois me fez pensar e sair da minha zona de conforto para enfrentar os medos que afloraram naquele episódio. Muito agradeço às pessoas que pacientemente me acolheram e me ajudaram a superar o desconforto inicial do confronto, e que, de inúmeras formas, talvez consciente, talvez inconscientemente, me mantiveram na zona de desconforto para que eu superasse definitivamente o medo que me acometeu.

Muitas ações realizei este ano para desenvolver habilidades, me tornar mais forte e mais hábil para atingir uma meta ambiciosa: inteligência emocional.

Mudei para meu apartamento, sozinha. Mudei completamente minha rotina. Dedicação alta à minha saúde e à prática de esportes. Mudança de dieta.

Um grande desafio superado: o de viajar sozinha, para um país que eu não conheço o idioma.

Um novo treinamento, levando minhas habilidades em lidar com pessoas (people skills) a outro patamar. Adicionalmente, aumentando meus pontos de controle emocional.

Um novo papel no trabalho. Dúvidas e soluções.

E, quando o ano está quase no finalzinho… e depois de tudo o que aprendi esses meses… uma clareza e uma certeza de que estou no caminho certo. E duas crenças se tornam cada dia mais forte: “tudo o que um ser humano consegue, eu também consigo” e “tudo o que eu preciso, está em mim agora”.

E, por isso, agradeço à todos aqueles que me ajudaram nessa caminhada neste ano. Especialmente, as pessoas que me ouviram, me aconselharam, me atropelaram (figurativamente, calma!). O diferente do agradecimento este ano é que não citarei nomes. Vocês sabem quem são e isto basta.

Muito obrigada pela oportunidade de estar com vocês. E por todo o aprendizado que me proporcionaram. Que 2018 seja muito mais, traga muito mais desafios para nós.

Meus momentos

Foram poucos momentos realmente marcantes da minha vida. E eu sei quais foram pq eu não tenho nenhuma recordação auditiva deles: minha formatura da 8a série, minha primeira palestra, meu primeiro pin e ontem.
É somente um silêncio massacrante nos meus ouvidos.
É como se o mundo tivesse parado. Não, é como se o mundo continuasse e eu parasse, olhando o mundo prosseguir a minha volta. Eu vejo os lábios se mexendo, mas nada ouço.
Não tenho reação. Não sei o que fazer. Não sei o que esperam de mim. A reação é automática, programada pro que eu acho que os outros esperam.
Parece sempre errado, tardio.

Agradecimento

Eu geralmente consolido meus agradecimentos do ano no Thanksgiving, mas esse primeiro semestre foi muito especial e terminou literalmente com chave de ouro.

Eu ainda não consigo expressar verbalmente o quanto tudo o que aconteceu esse ano impactou para mim, especialmente o dia de ontem. Quando começo a falar, ou mesmo escrever aqui, meus olhos já enchem de lágrimas com a emoção toda que eu senti.

Esse foi um semestre cheios de altas emoções, muitas mudanças. Terminei uma formação em coaching em janeiro, com direito a TCC que consumiu boa parte do meu primeiro trimestre rs Comecei a morar sozinha, o que foi um grande desafio no começo, mas com grandes perspectivas. Abri consultório de coaching, com direito a ajudar a pintar as paredes. Uma grande mudança no trabalho, que gerou uma montanha-russa emocional.

Esse ano está especialmente marcante por todas essas mudanças e, principalmente, porque no meio disso tudo eu ainda curti muito meus amigos – fui para Campo Grande e saí muitas vezes com as gurias aqui em Campinas. Também curti muito a família: irmã, pais, tios e primos com encontros fantásticos e muito, mas muito importantes para mim.

Entrei em pânico algumas vezes nesse semestre. E algumas pessoas foram especialmente importantes na gestão desse pânico. Carol, Michelle, Anni, Storolli e Beto. Vocês são demais. Estão sempre lá por mim. Cada um do seu jeito, mas todos de um jeito extremamente importante para me ajudar a passar por todas as dúvidas e medos que eu tive – e muitos que ainda tenho.

Ainda é difícil, e será difícil por alguns dias (senão semanas) falar para vocês o quanto ontem me marcou, e o quão profundo isso foi. Como a Carol comemorou, ela me viu pela primeira vez sem palavras. Na verdade eu tinha milhares na minha cabeça que eu queria falar para vocês, mas eu simplesmente apaguei na hora. Não ouvi nada e não conseguia falar nada. Estava literalmente no modo automático.

Porque quando o Beto começou a falar, passaram vários nomes pela minha cabeça, porque tenho a enorme felicidade de trabalhar num time que tem vários destaques, com pessoas de perfis tão diferentes e tão complementares, que me trazem vários desafios e me trazem uma facilidade muito grande pois suas complementaridades são fabulosas. E são pessoas que conseguem se adequar aos contextos umas das outras, brincar mesmo no meio do fogo. E querem estar juntos sempre – agora até grupo de corrida vamos ter, olha que fantástico!

Ontem eu tive uma reunião bem difícil, que tive que controlar uma situação de stress grande. Para quem me conhece, segurar meus impulsos é sempre um esforço muito grande, que me consome energia. E eu saí dessa situação direto para outra reunião, sem ter tempo para respirar.

Eu estava exausta porque foi uma semana nova para mim, porque voltei pra academia e fui todos os dias. Tive várias atividades em paralelo, incluindo uma palestra na quinta a noite. Então eu estava cansada e tudo estava me incomodando. Ficar sentada era um incômodo pra mim.

E daí vem essa surpresa. Fiquei extremamente nervosa e emocionada, pois as palavras foram as certas. E as pessoas são as certas. E ver a emoção nos olhos dessas pessoas foi muito especial para mim. Porque naquele momento passaram pela minha cabeça todos os desafios que superamos juntos. Todas as crises que passamos e rimos juntos no final. Todas as lágrimas que eu derramei, que vocês me ajudaram a secar, e que agora, não me soam desnecessárias, mas parte do caminho de amadurecimento que eu estou passando.

Eu sou uma pessoa extremamente emocional, um antigo coach meu já me disse isso, e foi quando ouvi isso pela primeira vez, com choque, que comecei a me aceitar assim. E foi ali que nasceu essa nova Vanessa. Que não tem medo de mostrar suas emoções, e que sabe dar nome a elas – nem todas ainda, mas no caminho. Eu também aprendi que eu devo agradecer pontualmente a cada um e farei isso no momento apropriado.

E na hora, a minha única reação foi fugir. Me esconder no meu cantinho. Mas todos vocês vieram a mim. E eu estava me segurando muito para não chorar. E eu não falei nada porque qualquer coisa que eu tentasse dizer, sairia em forma de lágrimas.

E ainda não sei expressar com a emoção certa, mas com certeza foi um misto de GRATIDÃO, AMOR, SEGURANÇA, AFIRMAÇÃO, FELICIDADE.

Eu agradeço muito todo o amor de vocês. Agradeço toda a paciência nos meus momentos de crise. Agradeço às palavras de conforto e de afirmação que me apresentaram.

Agradeço muito à minha irmã Lílian e ao Mateus que nunca desistem de mim, e que estão sempre lá me apoiando, me impulsionando e acreditando em mim. Agradeço ao meu pai que mesmo não entendendo meus porquês, sempre me ouve sem julgamento.

Agradeço ao Beto e ao Márcio que sempre acreditam em mim, algumas vezes até mais do que eu mesma.

Carol, Michelle e Anni… ainda sem palavras para vocês. Vocês já moram no meu coração 🙂

O reconhecimento de ontem, na verdade, foi para vocês. De tudo o que vocês me permitem fazer, ouvir, sentir.

Receita: Almondegas

Ingredientes:

  • 500g carne moída
  • 1 ovo
  • meia cebola picada
  • 1 colher (sopa) azeite
  • sal e pimenta a gosto
  • farinha de trigo para dar ponto de enrolar
  • 350 g molho de tomate

Modo de preparo:

Misture a carne com o ovo batido, azeite e temperos. Junte farinha até dar o ponto de enrolar. Modele as almôndegas.

Esquente azeite em uma panela e sele as almôndegas. Reserve. Aqueça o molho e coloque as almôndegas dentro. Cozinhe em fogo baixo por cerca de 15 minutos.

Rendimento: 12 almôndegas médias

 

Cinema sem pipoca: sem opção de compra de pipoca sem sal

Quem me conhece sabe que eu não sou a maior fã de cinema. Mas de vez em quando eu venço a força e resistência e vou assistir um filme. E ontem foi um dia desses. A crítica tem falado super bem de Wonder Woman, então lá fui eu investir no Cine 3D e ver esse filme que, segundo a crítica, é o melhor filme da DC. Vou deixar a crítica do filme para outro momento #meaguardem

Mas, o assunto aqui é outro. Eu AMO pipoca, porém, não sou muito fã de sal e acho que a manteiga em excesso estraga o sabor da pipoca. Vou-me então até o balcão e faço uma pergunta super simples: vocês fazem pipoca sem sal e sem manteiga?

A resposta foi a esperada: um enorme NÃO.

Fiquei indignada porque, no fundo, eu ainda tinha esperança de que com os novos tempos, moda fit, inclusão social, atenção à saúde, os cinemas já teriam se preparado para atender a um público especial: cardiopatas. Claro que não!

O mais engraçado é a cara do vendedor. O balãozinho dele dizia: “ah, mas quem come pipoca sem sal e sem manteiga?!”. Claramente as pessoas falam de inclusão, discutem saúde, mas não estão realmente preocupadas com isso. Mas, é tudo uma jogada de vendas: como vão vender refrigerante se a pipoca não desidratar irremediavelmente o cinéfilo desprevenido??

Isso foi no Kinoplex Campinas. Ainda vou verificar outros cinemas em Campinas, mas eu não acredito que vou encontrar a famigerada pipoca sem sal e sem manteiga por aqui.

Ou seja, a coisa mais gostosa do cinema, eu não vou conseguir curtir.

Polêmica: Bolsonaro e o radicalismo

A polêmica dessa semana é o discurso inflamado de Jair Bolsonaro no Clube Hebraica em São Paulo. Para quem não viu ainda, aqui está o trecho mais polêmico:

No YouTube, a legenda diz “Discurso de ódio”. Li inúmeros comentários e, assim como em outros casos que estamos vivendo nesse país, o público está dividido em duas partes opostas: os que o defendem, e os que o criticam.

Não estou aqui nem para defender, nem para critica Bolsonaro pessoalmente. Meu papel aqui é ajudar as pessoas a sair do seu “quadrado” e pensar profundamente sobre seu comportamento.

Estamos vivendo um momento muito singular em nosso país. Por um lado temos uma série de movimentos buscando igualdade e respeito, como os movimentos feministas, LGBT e afro. Por outro lado, vemos uma cisão política radical onde só existem dois lados: o certo e o errado. E essa dualidade extende-se para outros adjetivos: direita e esquerda, situação e oposição, entre outros. Continue reading