Livros 2013 #14: Harry Potter and the Goblet of Fire

Ah, quarto livro da série e a primeira vez que Lord Voldemort aparece como ele mesmo (e não como um fantasma ou Tom Riddle). Como eu comentei nos outros três livros, a semelhança dos filmes é ótima. Porém, do segundo livro em diante começa a acontecer o que é normal na conversão de um livro em filme: partes são deixadas de fora.

Até o terceiro livro as coisas que ficam de fora são pequenas, mas a partir do quarto livro começa a ficar gritante. Eu entendo que a questão é orçamentária e, algumas até para ligar melhor uma coisa na outra. Exemplo: no filme, quem descobre um meio do Harry respirar embaixo d’água é Neville. No livro, é o elfo Dobby. Pequena alteração que, no filme quatro não fez muita diferença, mas quando Dobby aparece novamente no filme 7 as coisas começam a ficar confusas (de onde ele surgiu? por que ele voltou depois de tanto tempo pra estória? resposta: ele nunca ficou longe!)Bem, para quem está assistindo ao filme, Neville ter descoberto faz muito mais sentido, já que o falso Mad Eye Moody dá um livro de herbologia para ele que tem a resposta. No filme, Neville é mais próximo de Harry do que no livro. No livro, Harry somente recorre a Hermione e Ron para pedir ajuda. Toda ajuda que ele recebe, que não seja desses dois, não é pedida: é meio que empurrada pra ele.

Outra coisa, no livro tem muito mais elementos de conspiração do que no filme. Talvez porque no livro tem mais tempo para isso. No livro também abre espaço para falar um pouco mais dos Death Eaters. Eu reassisti o filme depois de ler o livro, mas ainda assim fiquei com a impressão de que não é tão claro assim a definição do que eles são.

Achei muito legal a reaparição do Wormtail. Muito show também o início do livro, falando sobre a velha casa dos Riddle. A partir desse livro também começam a surgir perguntas sobre a ligação entre Harry e Riddle. Outros apoiadores de Voldemort também começam a aparecer e a posição de Snape começa a ficar confusa – ele apoia Voldemort ou Dumbledore?

Enfim, continuo ouvindo os livros no carro e está provando um método super eficiente e divertido de passar o tempo no trânsito, ao mesmo tempo que coloco a leitura em dia e treino o inglês.

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