Final de semana com filmes, games e parque

Esse final de semana foi super típico! E isto é ótimo. Assisti dois filmes (um muito bom, outro nem tanto), saí com amigos, joguei video-game como há muito não fazia, fui ao parque.

Vamos começar por partes. Primeiro o video-game. Já fazia algumas semanas que eu nem ligava ele. Resolvi voltar a jogar o Batman Lego. É viciante, né? No domingo fiquei praticamente o dia todo jogando e nem senti o tempo passar!

SPOILER!!

Os filmes. O post é basicamente sobre os filmes. O primeiro que eu assisti foi o 12 horas, com a Amanda Seyfried. Gente, que filme mais sem sal! Tinha tudo pra ser um ótimo thriller, mas peca no final. Sorte que a companhia era agradabilíssima. Muito sem final. Na verdade, acho até que a decepção foi exatamente porque ele não segue o plot típico hollywoodiano. A história é de uma moça que sofreu um sequestro e quase morreu no percurso de 12h. O sequestrador, que não atingiu o objetivo porque ela fugiu viva, volta depois de uns meses e captura a irmã dela. Pra variar, ninguém acredita na moça. Na época do sequestro, a polícia não encontrou vestígios do sequestro nem o local onde ela ficou presa (um buraco no meio da floresta – claaaro que ninguém encontrou, né?).

Falhas típicas do filme: ela está no celular com o sequestrador, na estrada. De repente ele fala “aqui não tem sinal”. E como eles estão falando?? Pensamos na hora que o cara estava dentro do carro. Mas não estava! Decepção número 1.

Ela chega no lugar e o cara empurra ela pra dentro do buraco. Ela milagrosamente consegue sair de novo (a menina é boa em se safar de criminosos!). Só que ela garante que o cara não vai sair. Todo mundo pensa: “ah, são dois caras! o outro vai pegar ela ali na curva!. Wrong!! Nada de auxiliar do sequestrador. O cara tinha carreira solo mesmo.

Então… pensando melhor… o problema não é o filme… mas nós é que estamos muito acostumados ao conteúdo hollywoodiano que nos vendem. Quando sai da receita: decepção.

O segundo filme foi ótimo! Cowboys e Aliens. Elenco muito bom: Daniel Craig, Harrison Ford, Sam RockwellAdam Beach e a sem sal Olivia Wilde (num papel mais sem sal que ela – acho até que combinou).

Vou começar falando sobre a Olivia Wilde. Até que eu gostei do papel sonso dela em House. Não vi muitos filmes com ela. Mas esse ela realmente não se superou. Tudo bem que o papel não ajudou. E ela já tem aquela carinha de alien. Colocam ela no papel de um ET disfarçado. Gosto muito do Favreau, mas esse papel dela foi bem sonsinho. Poderia ser melhor.

O resto do elenco foi impecável. Muita ação ao longo do filme inteiro. Bem temperado o filme. Mesclaram de um jeito bem equilibrado as cenas com os aliens e não deixaram de fora todo o sentimento humano envolvido. Ficou bem interessante. Só acho cliché demais os aliens serem monstros que só urram e não tem uma comunicação aparente. Tudo bem que eles querem escravizar a humanidade, mas monstros com tecnologia avançada é esquisito demais. Os bichos fazem inúmeras experiências milaborantes e só urram e correm usando os quatro membros no chão. Ah, eles tem 6 membros. De forma bizarra eles tem um “compartimento” no tórax de onde saem dois braços que parecem ter mais sensibilidade do que as garras animalescas. Me lembrou um pouco o filme Alien. E eles sangram verde, também.

Tirando isso, o filme é muito bom. Imagine o Daniel Craig, sem memória, com uma arma ultra futurística controlada pelo pesamento no Oeste Americano do século XIX. A combinação de faroeste com invasão alienígena é, no mínimo, inovadora. Não me lembro de ter visto outro filme com esse tema. Enfim, o filme é bom e o final não é tão previsível. Mas no bom sentido. Como a receita foi seguida à risca, o resultado é surpreendente, mas dentro dos padrões misturados do faroeste com a invasão alienígena – o mundo é salvo, o mocinho chora a morte da mocinha e segue solitário seu caminho; a cidade vê o progresso finalmente chegar; o pai se reconcilia com o filho e deixa de agir  como se fosse o “dono” da cidade, se tornando mais humilde.

O resto do final de semana foi ótimo. Não fiz absolutamente nada. Não li quase nada. Não estudei. Não trabalhei. Fiquei simplesmente descansando a mente.

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