Aventuras: Bonito

Primeiro meeting do CS do ano e já me convocaram para uma viagem a Bonito. Morava há quase 3 anos em CG e nunca tinha ido a Bonito. Total falta de oportunidade. Agitaram pra irmos para Bonito em fevereiro. Houve uma pequena discussão sobre se fevereiro era a melhor data para irmos a Bonito, por causa das chuvas e temporada, e tals.

Mas ficou marcado para o dia 12 de fevereiro. A semana foi bastante chuvosa e várias pessoas desistiram de ir. Eu estava convocada! Não podia desistir. Um amigo me disse que iríamos nem que fosse só pra comer um pastel e voltar. Então não tinha discussão. Alguns dias antes recebi mensagem da Juana, de Brasília, que viria a trabalho para CG e queria conhecer Bonito. Pronto, adicionamos ela à trupe. Ela chegaria na noite da sexta, viria para minha casa e sairíamos daqui todos juntos de madrugada. Marcamos para as 4h. Sonia, uma CS que estava de passagem por CG se juntou ao grupo também. Turma formada: eu, Juana, Sonia e Joel em um carro, Paulo, Edson e minha mãe no outro. Seguimos para Bonito antes do sol nascer.

Saímos o sol estava quase nascendo. Paradinha rápida para o café em Sidrolândia e pé na estrada! Chegamos em Bonito perto das 9h. Não dava pra fazer mais nenhum passeio pela manhã, mas tempo de sobra para um passeio a tarde. Todos queríamos muito fazer a flutuação. Bastava escolher qual: 90 reais a do Rio Sucuri, 150 reais a do Rio da Prata. Dizem que a do Prata é muuuito melhor, mas a grana curta falou mais alto e fomos para o Rio Sucuri.

Ah, detalhe. Isso tudo depois da saga de encontrar lugar no hostel. Duas opções: hostel da Ecological ou o HI. Acabamos ficando no HI. Comemos uma torta de frango que minha mãe preparou, entramos os 7 na caminhonete e fomos para o lugar da flutuação. Imagine 7 pessoas no carro!

Chegamos lá no horário marcado, vestimos as roupas de neoprene e depois de uma bela caminhada onde observamos a nascente do rio e várias plantas e animais interessantes, com direito a ser praticamente devorada por mosquitos, chegamos ao local de início da flutuação. Minha mãe que morre de medo de água, topou o passeio! Ela teve um pouquinho de pânico na água, mas o barco do guia tinha uma corda de apoio e ela foi segurando a corda o tempo todo e tudo correu bem.

A água estava uma delícia! Os companheiros de viagem discordam até hoje comigo e dizem que a água estava muito gelada, mas eu estava morrendo cozida naquela roupa de neoprene. Tanto que abri o colete várias vezes para entrar água fria e me refrescar. Por mim, nem precisava da roupa de neoprene. A água estava realmente uma delícia.

Voltamos os sete na caminhonete para o hostel. E para nossa surpresa, o chuveiro do banheiro feminino não aquecia. Eu tomei banho frio mesmo. No chalé que minha mãe estava, o chuveiro funcionava, então a Juana tomou banho por lá. Como estava meio em cima da hora para o próximo passeio, não jantamos e fomos para o Projeto Jibóia. Muito bom. Henrique, o palestrante é muito contagiante e sua palestra é extremamente agradável. No começo até achamos que iríamos dormir nas cadeiras, mas a palestra não deixa. Rimos muito e no final, tiramos foto com a Jibóia que estava o tempo todo no pescoço de Henrique.

No dia seguinte, dividimos o grupo. Enquanto Juana, Sonia, Paulo e minha mãe foram para a caverna do lago azul, eu, Joel e Edson fomos fazer bóia cross. Foi bem mais legal que a flutuação, porque não teve tempo de me sentir entediada. Virei a bóia algumas vezes, não me machuquei mas o guia sim. No final das corredeiras, um tempinho pra gente curtir a água do rio e voltamos para o acampamento.

Havia uma argentina com a filha, que não havia conseguido transporte até o local, mas que estava no hostel com a gente. Ela foi de carona conosco até o bóia cross. Como era nossa última parada, havíamos combinado de todos nos encontrarmos lá às 12h. Ainda havia tempo e a moça não tinha como voltar ao hostel. Demos carona pra ela de volta, passamos no mercado para comprar refrigerante e salgadinhos, e voltamos para o lugar do bóia cross.

Lá tem um lago onde pudemos nadar e ficar conversando até a hora que o outro grupo chegou. Nos arrumamos novamente nos carros e rumo de volta a Campo Grande. Na ida eu fui na frente, mas na volta eu fui no banco de tras. Tirei uns cochilos enquanto a Juana aproveitava a viagem tirando fotos muito bacanas.

Os planos para quando chegássemos em Campo Grande era fazer um churrasco. Minha mãe sempre faz questão de que a visita prove da linguiça apimentada. Juana gostou tanto que acabou levando um pouco da linguiça para Brasília.

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