Thanks to…

Há alguns dias estou pensando em tudo o que aconteceu este ano, todas as coisas boas, as lições que aprendi, as pessoas que conheci. Enfim, tudo o que posso (e devo!) agradecer (fica melhor em inglês essa: All I’m thankfull for). Tive momentos de euforia, quando lembrei de algumas, e momentos de depressão quando lembrei de outras. Mas estão todas aí. Vontade de chorar muito de alegria por ter tido um ano tão pleno, tão vivo e tão significativo. Aconteceram algumas coisas ruins, mas foram tantas coisas boas que é difícil lembrar algo que foi simplesmente ruim. De todos, tirei uma lição. Em todas as situações aprendi algo novo que vai ficar para sempre.

Aos grandes amigos que ganhei este ano. Que eles permaneçam em minha vida por muitos anos. E que, caso se forem, deixem não só as lembranças boas, mas um pouco de sua sabedoria e de tudo o que me fizeram uma pessoa melhor.

Ao meu mentor, na empresa, que tem me ajudado a superar bons desafios dentro do ambiente de trabalho. Obrigada pela dedicação.

À culinária que explorei ao longo de todo o ano, tanto nas minhas viagens quanto nos preciosos encontros com os amigos.

Aos velhos amigos que me acolheram tão bem em todas as ocasiões.

À minha irmã. Sem palavras. Tudo pra mim. Amiga. Conselheira. Role model (por falta de expressão melhor em português).

Ao meu cunhado pelos conselhos, pela paciência e pela amizade.

Às viagens que fiz, dentro e fora do Brasil. Aprendi muito com todas.

Aos desafios que enfrentei, tanto no trabalho quanto na vida pessoal.

Ao retorno aos estudos e a coragem de enfrentar um grande novo desafio que minha mãe demonstra.

Às poucas mas excelentes conversas com meu pai.

À minha companheira ansiedade.

Às oportunidades abraçadas. E às desperdiçadas.

À mais um ano de CouchSurfing. Que muitos venham pela frente.

Às noites que não dormi e mesmo assim acordei sorrindo. Àquelas em que dormi mas acordei com o maior mal humor do mundo.

Às coisas que falei sem pensar e depois me arrependi. Às que pensei demais para dizer, e me arrependi da mesma forma. À tudo que não tive coragem de falar. E me arrependo.

Às piadas que não entendi. Às vezes que fingi entender só para não ficar sem graça.

Às vezes que falei algo que me fez enrubrecer.

Às vezes que não consegui esconder o que estava sentindo, mesmo fazendo o maior esforço.

E à tudo o mais que não me lembro, mas que com certeza está aqui, muito bem guardado.

 

Eu queria fechar esse post com uma música ou uma imagem que representasse esse ano maravilhoso. Mas será uma tarefa difícil. É mais fácil olhar novamente os álbuns de fotos que registraram esses eventos.

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